Terceiro acusado de estupro coletivo em Copacabana se entrega à polícia

Vitor Hugo Oliveira Simonim se apresentou na 12ª DP acompanhado do advogado e afirmou que estava no apartamento no dia do crime, mas nega participação no abuso

Jornal Gazeta do Rio
Terceiro acusado de estupro coletivo em Copacabana se entrega à polícia Vitor Hugo Oliveira Simonin chegou por volta das 11h à 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), na Zona Sul do Rio, acompanhado do advogado Ângelo Máximo. Foto: Reprodução | R7

Defesa afirma que investigado permanecerá em silêncio durante depoimento e critica exposição pública antes da conclusão das investigações

Rio de Janeiro (RJ) — Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, investigado por suspeita de participação em um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, apresentou-se à Polícia Civil nesta quarta-feira (4). O jovem chegou por volta das 11h à 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), na Zona Sul do Rio, acompanhado do advogado Ângelo Máximo.


Segundo a defesa, Simonin confirmou que estava no apartamento mas negou qualquer participação no ato. Foto Reprodução | R7

Segundo a defesa, Simonin confirmou que estava no apartamento no momento em que o crime teria ocorrido, mas negou qualquer participação no ato. O advogado informou ainda que o investigado optará por permanecer em silêncio durante o procedimento policial.

De acordo com Ângelo Máximo, a decisão de o jovem se apresentar nesta data foi definida estrategicamente pela defesa.

“Ele não demorou a se entregar. Estava apenas aguardando a defesa técnica avaliar o melhor momento. E o melhor momento que a defesa entendeu foi hoje”, afirmou.

O advogado declarou também que o cliente pretende comprovar sua inocência ao longo das investigações.

“Ele não tem o que temer e vai provar sua inocência. Ele se apresentou de cabeça erguida”, disse.

Máximo afirmou ainda que o investigado poderia ter sido ouvido anteriormente na delegacia, mas a defesa optou por aguardar. Segundo ele, Simonin não estaria tendo o direito à presunção de inocência respeitado.

“O Vitor Hugo está sendo execrado, julgado monocraticamente, sem o direito de ampla defesa e sem ter em seu favor a presunção de inocência. Essa é a grande verdade”, declarou.

O advogado acrescentou que, como pai, observa o caso sob diferentes perspectivas.

“Falo isso na condição de pai. Tenho um casal de filhos. Me coloco tanto do lado da suposta vítima quanto do lado do meu assistido, Vitor. A suposta vítima pode ter sido vítima desse brutal fato, como Vitor pode ser inocente, como acredito que é”, completou.




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