Maracanã vira palco de futebol, samba e solidariedade no Jogo das Estrelas de Zico
Evento beneficente reúne artistas, ídolos históricos e craques da atualidade em tarde de celebração no templo do futebol
O sorriso de quem há 21 anos faz o maior futebol beneficente do mundo. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio Portela abre a festa com samba no gramado e preliminar dos Artistas antecipa o clima de confraternização no Maracanã
O Jogo das Estrelas transformou o Maracanã em um grande encontro entre esporte, cultura popular e solidariedade neste sábado (27). Em sua 21ª edição, o tradicional amistoso beneficente organizado por Zico reuniu lendas do futebol brasileiro, destaques da atualidade, artistas e personalidades da mídia, em uma programação que teve início ainda à tarde e se estendeu até a noite, mantendo o estádio em clima de festa do começo ao fim.
Artistas dão o pontapé inicial da festa
A programação começou às 14h com o já tradicional Jogo preliminar dos Artistas, que abriu oficialmente a tarde de celebrações no estádio. Em clima descontraído, a partida reuniu nomes da música, da televisão, da internet e do esporte, reforçando o caráter festivo e solidário do evento.

Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
Entre os participantes estiveram Diogo Nogueira, MC Poze do Rodo, Eike Duarte, José Aldo, Xamã, Ruan Aguiar e Iran Malfitano.

Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
Samba abre oficialmente o espetáculo
Antes mesmo do jogo principal, o Maracanã foi tomado pelo samba. A Portela abriu oficialmente o Jogo das Estrelas com uma entrada em campo que transformou o gramado em passarela do samba.

Júnior Escafura, presidente da Portela. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
Conduzida pelo presidente da agremiação, Júnior Escafura, a escola de Madureira levou bandeiras, cores e muito ritmo, empolgando o público e reforçando a ligação histórica entre futebol e cultura popular.

Passistas da Portela. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
A apresentação manteve a tradição do evento de unir esporte, música e solidariedade, deixando claro que, no Maracanã, samba e futebol jogam sempre no mesmo time.
Encontro de gerações e troféus em exibição
Na sequência, a torcida rubro-negra viveu um dos momentos mais marcantes da noite: a exibição dos troféus da Libertadores e do Campeonato Brasileiro conquistados pelo Flamengo na temporada. O estádio se transformou simbolicamente em uma extensão do Ninho do Urubu, preparando o cenário para o jogo principal.

Torcida rubro-negra. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
O grande destaque foi o quarteto formado por Léo Ortiz, Jorginho, Arrascaeta e Pedro, que dividiu o gramado com ídolos eternos como Júnior e o próprio Zico.

Encontro entre gerações emocionou o público presente. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
Festival de gols e emoção até o fim
Como manda a tradição, o amistoso foi marcado por gols e lances plásticos. O Time Vermelho, de Zico, venceu o Time Branco, comandado por Romário, por 11 a 6.

Não podia faltar o gol do dono da festa né. Zico marcou o terceiro gol do Time Vermelho . Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
Zico deixou o seu, Romário também marcou, e Adriano balançou as redes após jogada coletiva que envolveu Zico, Arrascaeta e Jorginho.
Pedro anotou um dos gols mais bonitos da noite, de bicicleta, após cruzamento preciso de Júnior.

Pedro marcou um dos gols mais bonitos da partida. Crédito: Marcio Curvello | Jornal Gazeta do Rio
A festa contou ainda com participações de Renato Gaúcho, Sávio, Djalminha, Rafinha, Paolo Guerrero, Obina, Leonardo, Berrío, Adriano, Petkovic, Carlos Germano, Grafite e Denílson.
O último gol da partida teve caráter simbólico: marcado pelo neto de Zico, ainda criança, selou a noite de celebração no Maracanã. Ao apito final, jogadores, artistas, ídolos e torcida dividiram aplausos, confirmando que o Jogo das Estrelas segue sendo muito mais do que um amistoso — é um encontro onde futebol, samba, memória e solidariedade seguem jogando juntos.





